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domingo, 30 de maio de 2010

PESQUISA NACIONAL SOBRE ABORTO

Uma em cada cinco brasileiras de 40 anos (22%) já fez pelo menos um aborto, aponta Pesquisa Nacional do Aborto, que entrevistou 2.002 mulheres entre 18 e 39 anos. Quando consideradas mulheres de todas as idades, uma em cada sete (15%) já abortaram. Ao contrário do que se imagina, a prática não está restrita a adolescentes solteiras ou a mulheres mais velhas. Cerca de 60% das mais de 2.000 entrevistadas interromperam a gestação no centro do período reprodutivo - entre 18 e 29 anos.De acordo com Débora Diniz, antropóloga da Universidade de Brasília, a maioria é composta por mulheres casadas, religiosas, com filhos e de baixa escolaridade. Ela é a autora principal do estudo e diz que as mulheres já têm a experiência da maternidade e convicção de que não podem ter outro filho no momento.- Mesmo correndo o risco de serem presas, interrompem a gestação.Medicamentos abortivos foram usados em metade dos casos pesquisados. É provável que para a outra metade das mulheres a interrupção da gravidez tenha ocorrido em condições precárias de saúde, aponta o estudo. Cerca de 55% das mulheres precisou ser internada por causa de complicações. O assessor especial do ministro José Gomes Temporão, Adson França, diz que os dados reafirmam a opinião já consolidada no Ministério da Saúde de que aborto é uma questão de saúde pública - Mostra que estamos no caminho certo ao ampliar a oferta de métodos contraceptivos no SUS (Sistema Único de Saúde).A pesquisa foi financiada pela Fundação Nacional de Saúde. A técnica utilizada é semelhante a de pesquisas eleitorais e, como o anonimato é garantido, estima-se uma margem de erro de apenas 2%.
R7.com

PARA REFLETIR............


Idêntica dor

A primavera começava a desabrochar naqueles dias dos meses de março/abril. Segundo o calendário judaico, mês de Nisan. Ainda fazia frio mas a natureza parecia ardentemente se vestir de flores e cores.
Tudo era promessa de vida, como se Yaweh desejasse brindar os seres humanos com renovados presentes.
Tudo era promessa de alegria... Menos em Jerusalém.
O homem que entrara na cidade de forma triunfal há poucos dias, saudado pelo vozerio de crianças, mulheres, do povo em geral, fora preso.
Do julgamento arbitrário nas mãos de Pilatos passara à noite no flagício. Trinta e cinco chicotadas nas pernas. Trinta e cinco chicotadas nas costas.
Era uma chaga aberta Seu corpo, coroado, ao demais, por espinhos recolhidos no monturo.
Alçado na cruz da vergonha, o homem agonizava. Aos Seus pés, com o coração em frangalhos, agonizava a dor materna.
Maria olhava o corpo lanhado do filho e se perguntava porque os homens tratavam tão mal a quem fizera tanto bem...
Ela tinha os olhos fundos da noite mal dormida, a face traduzindo a dor moral que a machucava.
Seu filho crucificado entre dois malfeitores. Então, ela viu, ao pé de uma das cruzes laterais, uma mulher.
Também chorava e se lamentava.
É seu filho? Perguntou.
Sim, disse a outra. Sofre muito e está morrendo.
E, porque Jesus acabasse de responder ao ladrão de nome Dimas que, ainda naquele dia, ele estaria no paraíso, Maria sossegou a mulher chorosa.
Mulher, se meu filho diz que seu filho estará com ele, no paraíso, acredite. Meu filho é o filho do Deus altíssimo.
Aquela voz, pensou a mãe de Dimas, ela a conhecia. De onde? Onde já escutara aquele timbre tão doce?
E sua memória recuou no tempo, tornando-se a ver em Nazaré. Ela fora à fonte buscar água.
E quando se aproximava, ouviu o comentário de algumas mulheres. Mantivera-se à distância, meio oculta.
É verdade, dizia uma. O filho de Tamar é um ladrão. Furtou a João uma funda.
Tem certeza? Perguntou outra.
E a primeira reafirmou a história, dizendo que João e seu amigo lhe haviam assegurado o furto realizado por Dimas.
Como pode Tamar não se dar conta da maldade do filho?
Então, uma voz doce, argumentou:
Não posso crer que haja tanta maldade no filho de Tamar. Penso que deve se tratar de uma brincadeira entre os meninos, simplesmente.
Uma única voz defendera seu filho. Seu pobre filho.
Tamar recorda que fora para casa e perguntara ao filho a respeito da acusação.
Ele garantira que não era verdade. Agora, homem feito, ele viera a Jerusalém.
Prometera à noiva e para sua mãe que iria comprar uma casa para começarem uma vida nova. Tinha negócios importantes que lhe renderiam muito dinheiro.
E da forma mais cruel, a mãe, que sempre o tivera como homem honesto e trabalhador, o descobrira salteador e condenado à morte.
Mas, a voz meiga que o defendera um dia, tentando sufocar a fofoca, estava ali.
E o filho dela, o Messias, prometera receber seu filho na outra vida.
Tamar enxugou as lágrimas doridas, aproximou-se de Maria e a abraçou, em gratidão.
E ficaram ali, as duas mães. Uma era a mãe do Ser mais perfeito que a Terra já conhecera.
A outra, a desventurada mãe de um homem equivocado.
Mas a dor, a dor em seus corações, era a mesma: a dor da mãe que vê morrer em lenta agonia o filho querido.
Pensemos nisso.

Redação do Momento Espírita.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

" BOLSA ESTUPRO "

Sob forte polêmica, a Comissão de Seguridade Social da Câmara aprovou na semana passada um projeto de lei que, entre outras coisas, institui um benefício econômico para mulheres vítimas de estupro, que não desejam realizar aborto. A proposta, batizada por feministas como “bolsa estupro”, prevê o pagamento de benefício para mulheres violentadas que não tenham condições financeiras para cuidar da futura criança.
A proposta segue agora para a Comissão de Finanças e Tributação, onde será analisada a viabilidade financeira da matéria. De acordo com o texto aprovado, o Estado arcará com os custos do desenvolvimento e da educação da criança até que venha a ser identificado e responsabilizado o genitor (o estuprador) ou que a criança seja adotada por terceiros. Se identificado o responsável pelo estupro, ele, além de responder criminalmente, deverá pagar pensão ao filho por período a ser determinado.
A iniciativa foi recebida com protestos por entidades feministas favoráveis à legalização do aborto. Elas alegam que ao beneficiar mulheres vítimas da violência com uma ‘bolsa’, o Estado está sendo conivente com a violência. As entidades afirmam que a proposta abre pressupostos para que estupradores reivindiquem direitos de pai e que a intenção da iniciativa é dificultar o acesso de mulheres vítimas de estupro aos procedimentos públicos de aborto legal.
“Essa bolsa é uma forma das mulheres não recorrerem ao aborto legal. É uma iniciativa muito grave, pois dá a um criminoso os direitos de pai e, além disso, institui a tortura, já que a mulher será obrigada a ficar nove meses carregando o bebê vítima de estupro. Esse projeto é retrógrado e fundamentalista”, disse a coordenadora nacional da Articulação das Mulheres do Brasil e da Frente Nacional contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto, Rogéria Peixinho.
Congressoemfoco.com.br

terça-feira, 25 de maio de 2010

PORQUE MEDITAR ?

A meditação é recurso valioso para uma existência sadia e tranquila.
Você medita?
Caso sua resposta tenha sido não, é sempre tempo de começar.
Através dela o homem adquire o conhecimento de si mesmo, penetrando na sua realidade íntima e descobrindo recursos que nele dormem inexplorados.
Meditar significa reunir os fragmentos da emoção num todo harmonioso que elimina as fobias e ansiedades, liberando os sentimentos que aprisionam o indivíduo, impossibilitando-lhe o avanço para o progresso.
As pressões e excitações do mundo agitado e competitivo, bem como as insatisfações e rebeldias íntimas, geram um campo de conflito na personalidade.
Esse campo de conflito termina por enfermar o indivíduo que se sente desajustado.
A meditação propõe a terapia de refazimento, conduzindo-o aos valores realmente legítimos pelos quais deve lutar.
Não se faz necessária uma alienação da sociedade. Tampouco a busca de fórmulas ou de práticas místicas ou a imposição de novos hábitos em substituição dos anteriores.
Algumas instruções singelas são úteis para quem deseje renovar as energias, reoxigenar as células da alma e revigorar as disposições otimistas.
A respiração calma e profunda, em ritmo tranquilo, é fator essencial para o exercício da meditação.
Logo após, o relaxamento dos músculos, eliminando os pontos de tensão nos espaços físicos e mentais, mediante a expulsão da ansiedade e da falta de confiança.
Em seguida, manter-se sereno, imóvel quanto possível, fixando a mente em algo belo, superior e dinâmico. Algo como o ideal de felicidade, além dos limites e das impressões objetivas.
Esse esforço torna-se uma valiosa tentativa de compreender a vida, descobrir o significado da existência, da natureza humana e da própria mente.
Por esse processo, há uma identificação entre a criatura e o Criador, compreendendo-se, então, quem somos, por que e para que se vive.
Esse momento não deve ser interrogação do intelecto. É de silêncio.
Não se trata de fugir da realidade objetiva mas de superá-la.
Não se persegue um alvo à frente. Antes, se harmoniza o todo.
O indivíduo, na sua totalidade, medita, realiza-se, libera-se da matéria, penetrando na faixa do mundo extrafísico.
* * *
Crie o hábito da meditação, após as fadigas.
Reserve alguns minutos ao dia para a meditação, para a paz que renova para outras lutas.
Terminado o seu refazimento, ore e agradeça a Deus a bênção da vida, permanecendo disposto para a conquista dos degraus de ascensão que deve galgar com otimismo e vigor.
Redação do Momento Espírita.

VOLTANDO......!!!!!!!!!!!!!

Olá Amigos !!!
Desculpem a ausência, é que comecei um trabalho novo e o meu tempo está uma loucura, mas prometo que na medida do possivel vou atualizando o blog com artigos interessantes.
Agradeço aos amigos e seguidores que tem me apoiado.
Beijos a todos.

Shirloca

terça-feira, 11 de maio de 2010

História de Superação


Casal com deficiência celebra 2 anos de filha. Casal venceu preconceitos e batalhas judiciais e hoje casados, com a ajuda dos pais, criam a filha Valentina.
Uma história de superação, coragem e felicidade. Assim pode ser resumida a trajetória do casal Maria Gabriela Andrade Demate e Fábio Marchetti de Moraes, de Socorro, que venceram preconceitos e batalhas judiciais e hoje casados, com a ajuda dos pais, criam a filha Valentina, de 2 anos. Gabriela têm síndrome de Down e Fábio um pequeno atraso mental, decorrente de um problema na hora do parto. O casal ficou conhecido no Brasil inteiro há pouco mais de dois anos, quando Gabriela descobriu que estava grávida. A filha do casal, Valentina, nasceu em 19 de março de 2008, sem nenhuma deficiência. E seu primeiro aniversário teve um gostinho especial. Foi o dia escolhido pelos pais para oficializarem seu casamento. Com um ano de casados, ambos estão tranquilos e felizes com a decisão de viverem juntos. “Estou feliz com o casamento e com minha filha, que é linda”, afirma Gabriela. “Os dois são muito apaixonados. Ela é ciumenta que só”, diz a mãe de Gabriela, Laurinda Ferreira de Andrade. O casal mora com os pais de Fábio e Valentina com a avó materna, que não esconde o orgulho pela sua “bonequinha”. A menina fica com a avó durante a semana e passa os fins de semana com os pais. “Também vou buscá-la na escolinha e fico um pouco com ela à tarde”, conta Gabriela, que na sexta-feira foi homenageada com uma música cantada pela menina na festa de Dia das Mães da escola. Laurinda diz que o casamento foi muito benéfico para os dois jovens. “Eles já moravam juntos, mas foi importante oficializar a união. Ambos ficaram mais calmos e seguros”, avalia. Tanto que, estimulado por Gabriela, Fábio, que tinha abandonado a escola, voltou a estudar, e vai com ela para as aulas. Gabriela conta que termina a oitava série este ano. “Vou me formar este ano. Vai ter festa de formatura, vou dançar valsa e tudo”, diz animada. O casamento era um sonho antigo de Gabriela. Ela e Fábio se conheceram na infância, quando trocaram presentes na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), onde ambos estudavam. “Desde o início, o Fábio se apaixonou pela Gabriela. Mas, depois, ele saiu da escola e eles se afastaram”, explica Laurinda. O namoro foi retomado em 2005, quando se reencontraram. Segundo Laurinda, a gravidez de Gabriela foi uma surpresa. “Tinha dúvidas se ela poderia engravidar e mesmo os médicos nunca me deram uma posição definitiva. Como a pílula não fazia bem, ela parou de tomar e neste período engravidou”, informa Laurinda. A gravidez foi descoberta só no sexto mês. “Ela estava um pouco acima do peso e dizia que estava menstruando, então nem imaginava. Soube quando a levei ao médico para colocar anticoncepcional intra-pele”, explica Laurinda, citando que foi a gravidez mais relâmpago que já viu. “Descobrimos que ela estava grávida no sexto mês e, dois meses depois, a Valentina nasceu.” Apesar da prematuridade e de ter nascido abaixo do peso, a menina é saudável, ativa e fala de tudo, afirma a avó orgulhosa. “Valentina é esperta, sapeca, começou a falar com menos de 1 ano. Até atende o telefone.” A gravidez de mulheres com síndrome de Down é rara. Apesar de elas terem os órgãos reprodutivos bem formados, a taxa de fertilidade é menor, e há risco de aborto natural. A estimativa é que no mundo todo, haja pouco mais de 50 mães com Down. Gabriela se diz bem feliz com a maternidade, mas não terá mais filhos. Depois do nascimento de Valentina, ela fez laqueadura. O assédio da imprensa durante a gravidez e no casamento cansou Fábio, que não quer mais saber de entrevistas, e prefere deixar essa questão a cargo da esposa. Mas, segundo sua irmã Luciana de Vasconcelos Moraes, ele ficou mais feliz e tranquilo depois da união. Família foi à Justiça para registrar filha Valentina nasceu na Maternidade de Campinas em 19 de março de 2008 e, logo após, teve início uma polêmica que só foi resolvida na Justiça três meses depois. No primeiro momento, a menina teve o registro de nascimento negado, sob a alegação de que Fábio Marchetti de Moraes não teria o discernimento necessário para se declarar pai da menina, como prevê a lei. A saída apontada foi registrá-la só no nome da mãe, como filha de pai não declarado, alternativa descartada pelas famílias. Chegou-se a cogitar a possibilidade de um exame de DNA, mas acabou não sendo necessário. Uma juíza concedeu a autorização para o registro depois de ouvir Fábio. No casamento dos pais, Valentina teve papel de destaque: no colo da avó Laurinda Ferreira de Andrade, levou as alianças para os noivos. Apesar de morar com a avó, ela distingue bem os laços familiares: Laurinda é a vovó, e Gabriela a mamãezinha. (DM/AAN).

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Maternidade tardia: prós e contras.


O universo feminino mudou muito desde a década de 60. As mulheres foram para as universidades e passaram a disputar espaço acirradamente no mercado de trabalho. Paralelamente, a maternidade passou a ser adiada em troca da ascensão profissional. Acontece que, na prática, as mulheres continuam perturbadas pela dúvida: será que dou prioridade ao meu crescimento profissional ou tenho filhos?
Como ginecologista e especialista em reprodução humana, afirmo que a ciência está do lado da mulher e vem colaborando com novos tratamentos e estudos em prol da gravidez tardia. Enquanto a mulher menstruar ela poderá engravidar, porém as chances de gestação diminuem com a idade, em decorrência de vários problemas ginecológicos. Além disso, há uma diminuição da reserva e da qualidade dos óvulos.
É preciso que a mulher respeite seu desejo de ser mãe, sem perder o relógio biológico. É preciso preparar o corpo, ter uma vida saudável. A mulher pode adiar a maternidade se prevenir complicações decorrentes da própria idade na manutenção da saúde e controle de doenças, que aparecerão com o tempo como: diabetes, hipertensão, hipo ou hipertireoidismo, assim como o sobrepeso.
É importante, também, entender que num período mais tardio, as doenças associadas como os miomas, endometriose, pólipos e a idade podem ser entraves para uma gravidez fácil e natural. Já que adiou a gravidez para desenvolvimento pessoal, profissional ou financeiro, deve ter uma reserva em dinheiro para disponibilizar em tratamento, se qualquer dificuldade na gravidez. Parece pouco pensada esta questão, mas é de suma importância, porque ninguém espera a aposentadoria para ser mãe.
Preparar-se para a maternidade tardia é mais trabalhoso do que deixar a natureza agir. A partir dos 40 anos, os cuidados são mais intensos com útero, ovários e dosagem hormonal que permitam a gestação natural. Por isso, os exames preventivos são essenciais desde os 30 anos.
O planejamento da maternidade é mais tranquilo para o casal com 30 anos, em plena saúde, produtividade e ascensão profissional, quando ainda fica fácil questionar: "Quanto tempo queremos esperar para ter filhos?" Fica mais difícil a decisão de formar uma família para casais com mais de 35 anos, pois enquanto o relógio biológico está tocando, a sensação de juventude e a realização profissional são argumentos eficazes para esperar um pouco mais.
Já o casal com mais de 40 anos, que tem acompanhamento médico preventivo e é saudável, não terá problemas para engravidar. Se, no prazo de seis meses a gravidez não acontece, o casal deve procurar ajuda de um especialista em reprodução humana. Depois de muitos exames, o profissional poderá indicar o melhor tratamento.
E lembre-se: ser mulher é estar plena. A medicina pode ajudar, mas só nós mulheres podemos tomar a decisão de manter corpo, mente e espírito saudáveis.
Sobre o autor
Ginecologista, obstetra e especialista em reprodução humana, foi mãe depois dos 40 anos.

Autora: Denise Coimbra

Mãe do Ano


No melhor momento de sua vida, no auge da sua carreira, a atriz juliana Paz é a realização em pessoa com sua gravidez. Aos 30 anos, com uma carreira em ascenção, Juliana está amadurecida para o exercício da maternidade e está feliz da vida com o filho(a) que vai chegar. Parabéns a ela e todas as mães no seu dia.

Foto: msn.com

Elba Ramalho Trata Câncer de Mama


Há cerca de um mês, a cantora Elba Ramalho descobriu ter câncer de mama durante exames de rotina. Ainda em estágio inicial, o nódulo de 5 milimetros foi retirado. Depois da cirurgia a cantora se recupera bem e segue com tratamento no Rio de Janeiro, cidade onde mora.
De volta pro aconchego do lar, a cantora incentiva: “Espero que o meu caso sirva de estímulo a todas as mulheres acometidas desse mal, que, tratado a tempo e devidamente, pode ser solucionado. Agradeço a Deus pela imensa bondade, Minha fé me ajuda a viver bem e em paz”.
A cantora voltou a rotina com as filhas, Maria Clara, 7, Maria Paula, 6, e Maria Esperança, 3, e avisou aos fãs: “Já estou na estrada cumprindo a agenda de shows , assim como a conclusão do novo CD e DVD comemorativo de 30 anos de carreira."
Fonte: msn.com

Morre a Mãe de Chico Buarque.

Morreu enquanto dormia, na noite da última quarta-feira (4), Maria Amélia Buarque de Hollanda, de 100 anos, mãe de Chico Buarque. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do cantor, que não confirmou, no entanto, o local nem a causa da morte.
Ainda segundo a assessoria de imprensa, Chico não vai se pronunciar sobre o assunto por enquanto. Ainda não há informação sobre o velório e o enterro.
Mulher de Sérgio Buarque de Hollanda, intelectual de renome e um dos fundadores do PT. Memélia deixa os filhos Miúcha, Sérgio, Álvaro, Chico, Maria do Carmo, Ana e Cristina. O apelido veio por causa da neta Bebel Gilberto, filha dos cantores João Gilberto e Miúcha.
Ao todo, ela deixa 13 netos, 7 filhos, 12 bisnetos, inclusive a caçula Leila, filha da neta Helena com o cantor Carlinhos Brown.
Fonte: G1/RJ

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Porque Deus criou as Mães ?


Diz uma lenda que o dia em que o bom Deus criou as mães, um mensageiro se acercou Dele e Lhe perguntou o porquê de tanto zelo com aquela criação.
Em quê, afinal de contas, ela era tão especial?
O bondoso e paciente Pai de todos nós lhe explicou que aquela mulher teria o papel de mãe, pelo que merecia especial cuidado.
Ela deveria ter um beijo que tivesse o dom de curar qualquer coisa, desde leves machucados até namoro terminado.
Deveria ser dotada de mãos hábeis e ligeiras que agissem depressa preparando o lanche do filho, enquanto mexesse nas panelas para que o almoço não queimasse.
Que tivesse noções básicas de enfermagem e fosse catedrática em medicina da alma. Que aplicasse curativos nos ferimentos do corpo e colocasse bálsamo nas chagas da alma ferida e magoada.
Mãos que soubessem acarinhar, mas que fossem firmes para transmitir segurança ao filho de passos vacilantes. Mãos que soubessem transformar um pedaço de tecido, quase insignificante, numa roupa especial para a festinha da escola.
Por ser mãe deveria ser dotada de muitos pares de olhos. Um par para ver através de portas fechadas, para aqueles momentos em que se perguntasse o que é que as crianças estão tramando no quarto fechado.
Outro para ver o que não deveria, mas precisa saber e, naturalmente, olhos normais para fitar com doçura uma criança em apuros e lhe dizer: Eu te compreendo. Não tenhas medo. Eu te amo, mesmo sem dizer nenhuma palavra.
O modelo de mãe deveria ser dotado ainda da capacidade de convencer uma criança de nove anos a tomar banho, uma de cinco a escovar os dentes e dormir, quando está na hora.
Um modelo delicado, com certeza, mas resistente, capaz de resistir ao vendaval da adversidade e proteger os filhos.
De superar a própria enfermidade em benefício dos seus amados e de alimentar uma família com o pão do amor.
Uma mulher com capacidade de pensar e fazer acordos com as mais diversas faixas de idade.
Uma mulher com capacidade de derramar lágrimas de saudade e de dor mas, ainda assim, insistir para que o filho parta em busca do que lhe constitua a felicidade ou signifique seu progresso maior.
Uma mulher com lágrimas especiais para os dias da alegria e os da tristeza, para as horas de desapontamento e de solidão.
Uma mulher de lábios ternos, que soubesse cantar canções de ninar para os bebês e tivesse sempre as palavras certas para o filho arrependido pelas tolices feitas.
Lábios que soubessem falar de Deus, do Universo e do amor. Que cantassem poemas de exaltação à beleza da paisagem e aos encantos da vida.
Uma mulher. Uma mãe.
* * *
Ser mãe é missão de graves responsabilidades e de subida honra. É gozar do privilégio de receber nos braços Espíritos do Senhor e conduzi-los ao bem.
Enquanto haja mães na Terra, Deus estará abençoando o homem com a oportunidade de alcançar a meta da perfeição que lhe cabe, porque a mãe é a mão que conduz, o anjo que vela, a mulher que ora, na esperança de que os seus filhos alcancem felicidade e paz.
Redação do Momento Espírita.

terça-feira, 4 de maio de 2010

domingo, 2 de maio de 2010

A Mulher e o Mercado de Trabalho

Ontem, 1º de Maio comemoramos o dia do trabalho. Foi um dia de comemorações e protestos em vários países e em todos os continentes. Frente a atual conjuntura sócio, política e econômica em que vivemos, fica uma dúvida: Como anda a situação da mulher no mercado de trabalho ?
Muitas organizações nacionais e internacionais, nas últimas décadas, tem promovido debates em torno de temas que visam à construção de uma sociedade mais justa, passando pelas relações de gênero. A promoção da igualdade de oportunidades e o equilíbrio neste sentido, visivelmente, está sendo tratada de forma especial quando o assunto é mercado de trabalho. Acredito que isso está contribuído para a elevação na taxa de atividade da população economicamente ativa, principalmente na América Latina e Caribe.
Sara Elder, do Departamento de Tendências de Emprego da Organização Internacional do Trabalho (OIT), disse nesta semana que "mais de uma década depois da Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres, em Beijin, onde se propôs adotar uma plataforma ambiciosa para uma ação global para a igualdade de gênero e autonomia das mulheres, a discriminação entre homens e mulheres continua profundamente enraizada na sociedade e a igualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho ainda está longe de ser uma realidade".
O que talvez traga alívio aos que defendem igualdade de oportunidades, entretanto, é que muitas instituições e empresas estão exercendo papéis socialmente responsáveis, apresentando balanços sociais, no qual igualdade de oportunidades conta pontos para certificações, além de contribuir para ampliação de mercados, aumento da produtividade e melhora na imagem institucional.
Falando em nível de instituição, vou pegar um caso próprio. Dentro do Sistema Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso - Fecomércio/Sesc e Senac-MT, por exemplo, segue-se rigorosamente uma política de cargos e salários, que é definido e aprovado pelos conselhos que o representa. Além disso estão estabelecidos no seu regime de orçamento financeiro os recursos para manter tal equilíbrio no enquadramento de funções. Com isso, há anos está garantindo-se a equidade de gênero, dando a quem é competente, independente de sexo, as reais oportunidades.
Por ter uma política preestabelecida dentro do Sistema, nota-se o quanto a mulher tem sido contemplada por suas habilidades. Só para exemplificar, no staff do Sesc, 50% da diretoria é formada por mulheres e no do Senac, 75%. Na Fecomércio os cargos de representação não remunerados, a exemplo de presidente, vice-presidentes, diretores setoriais, entre outros, a composição é maioria homens, ligados ao sindicalismo patronal do segmento. O quadro de gestores à frente da execução dos trabalhos e também de técnicos da área administrativa é 90% feminino. Nos serviços gerais, 1% é feminino. Tem apenas uma mulher em função de copeira, que divide a atividade com um garçom e na limpeza e segurança todos são homens.
Por ocasião do dia 8 de março deste ano, a OIT apresentou um diagnóstico interessante e altamente confiável em relação às estatísticas, referente às mulheres no mercado de trabalho, que teve como tema "Medir os progressos e identificar os desafios". No relatório é mostrado que a taxa de atividade da força de trabalho feminina aumentou de 50,2% para 51,7% entre 1980 e 2008. Neste estudo é revelado que a taxa de atividade da força de trabalho masculina caiu 7%, passando de 82% para 77%.
O escritório da OIT no Brasil é dirigido por uma mulher, Laís Abramo, e é dela o posicionamento a seguir: "A magnitude da presença de mulheres e negros no mercado de trabalho é acompanhada da persistente presença de déficits de trabalho decente em todos os aspectos. As mulheres - principalmente as mulheres negras - possuem rendimentos mais baixos que os dos homens e, ainda que em média tenham níveis de escolaridade mais elevados, seguem enfrentando o problema da segmentação ocupacional, que limita seu leque de possibilidades de emprego. As mulheres e os negros são mais presentes nas ocupações informais e precárias e as mulheres negras são a grande maioria no emprego doméstico, uma ocupação que possui importantes déficits no que se refere ao respeito aos direitos trabalhistas".
No último Dia Internacional das Mulheres, portanto, as organizações feministas falaram de lutas e conquistas. O êxito dos trabalhos no sentido de equacionar um problema mais que secular, entretanto, ainda deve percorrer um trajeto com muitas barreiras e isso passa, entre outros fatores, pela eliminação dos salários mais baixos que o dos homens, da ocupação em atividades precárias e pela falta de políticas públicas que dêem sustentabilidade para a mulher no mercado de trabalho, como por exemplo Centros de Educação Infantil ( creches ) e escolas de período integral para os filhos.
Fonte: Site :www.artigonal.com

sábado, 1 de maio de 2010

Reflexão para o Trabalhador

O trabalho é qualquer ocupação útil, seja ela física, ou intelectual. O trabalho faz parte das Leis da natureza às quais o homem está sujeito.
Muitas pessoas abraçam um trabalho sem ser o que realmente querem, sem ser aquele para o qual sentem que são chamados, devido a necessidades materiais. Mesmo nessas circunstâncias a dedicação deve vigorar.
Frequentemente, pessoas que obtêm sustento de uma ocupação que não corresponda ao seu desejo, estudam e se preparam para, um dia, seguirem sua real vocação.
Todas as profissões estão inseridas na sociedade para um determinado fim. Obviamente que o sustento material é importante para o profissional, pois dá a ele condições de viver dignamente, de progredir, de sustentar a família.
Dedique-se verdadeiramente ao seu trabalho. Mesmo que deseje exercer outra que não seja sua atual profissão, agradeça a oportunidade que lhe é dada quando há tantos que desejariam seu lugar.
Se almeja mudar, busque merecer. Estude, especialize-se e não desista. Mas nunca deixe de se dedicar ao que faz.
Lembre-se do Mestre Jesus, que sempre soube qual era Sua missão na Terra, mas, durante muitos anos exerceu o ofício da carpintaria, com amor e resignação.
Parabéns a todos os trabalhadores pelo seu dia.